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Segunda, 19 Julho 2021

Leo Prates cobra compensação de doses para Bahia, ao Governo Federal

Secretário diz que Salvador recebeu cerca de 200 mil doses a menos, em comparação às demais capitais

Leo Prates cobra compensação de doses para Bahia, ao Governo Federal

O secretário de saúde de Salvador, Leo Prates voltou a cobrar publicamente o Ministério da Saúde com relação à compensação das doses de imunizante contra a Covid-19 que Salvador deixou de receber por conta dos erros nos critérios de distribuição da vacina, pelo Governo Federal. Na última semana, o ministro da saúde Marcelo Queiroga, reconhecu a desigualdade na distribuição das vacinas entre os estados, em uma audiência pública realizada na Câmara dos Deputados, segundo o ministro, estados como Rondônia e Tocantins receberam lotes que correspondem a 101% das suas respectivas populações, enquanto a Bahia recebeu doses capazes de imunizar apenas 62%.

Segundo Prates, é preciso que o Ministério vá além do reconhecimento público em relação ao problema, e apresente um plano que corrija a disparidade que vem atrapalhando o avanço da imunização em toda a Bahia e em especial, Salvador. “Temos falado há muito tempo que o critério adotado pelo Ministério está prejudicando nossa capital, assim como a todo o estado. A pergunta que fica é quando serão repostas as doses das cidades que foram prejudicadas com o recebimento de doses a menos, como o caso do nosso estado?”, questiona.

Um balanço apresentado pelo secretário demonstrou que a capital baiana precisaria de ao menos 200 mil doses para chegar em pé de igualdade em relação às demais capitais do país. “Hoje Vitória é a cidade que mais vacinou proporcionalmente a sua população, com 88% dos seus cidadãos vacinados até o momento, enquanto Salvador tem cerca de 56% da sua população vacinada”, explica. “Proporcionalmente, Salvador teria deixado de receber até 634 mil doses se comparado a Vitória. Na média entre as 27 capitais do país, o contingente vacinado corresponde a 67%, para Salvador alcançar essa média, teríamos que receber no mínimo 200 mil doses”, afirma.

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