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Sexta, 27 Abril 2018

Leo Prates defende a instalação subterrânea da rede elétrica da Bahia

Leo Prates defende a instalação subterrânea da rede elétrica da Bahia

O vereador Leo Prates, parabenizou a aprovação do Projeto de Lei, que determina a instalação subterrânea de toda a fiação elétrica do estado, votado pela Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), nesta quinta-feira (26). Para o vereador, apesar da legislação e regulamentação sobre o serviço de energia elétrica serem de competência da União Federal, todo esforço empenhado em favor de uma prestação com maior qualidade para a população deve ser louvado. “Além da questão estética, é uma intervenção em favor da eficiência da prestação pela qual o contribuinte paga. A instalação subterrânea evita problemas de descarga na rede elétrica, diminui os apagões nos bairros e reduz os riscos de queda de raios”, ressalta Prates que é formado em Engenharia Elétrica pela UFBA.

O vereador relembra que a proposta é alinhada com as normas apresentadas pelo executivo no Plano Diretor de Arborização Urbana, texto do qual foi relator, e a tendência esboçada por outros grandes centros do país, como São Paulo, que deve ter toda fiação enterrada, nos próximos 25 anos. “No PDAU está previsto que rede de distribuição de Salvador, deverá ser gradativamente substituída por modelos compactos ou subterrâneas, visando assegurar o desenvolvimento das árvores, esse cronograma deve ser cumprido até 35 anos”, destaca.

Além do envolvimento direto com o PDAU, Prates foi autor de um projeto de indicação ao prefeito ACM Neto, ressaltando a importância do mapeamento do subsolo de Salvador. A proposta foi sugerida com solução para a interrupção acidental de serviços que utilizam redes subterrânea, como água, gás e esgoto, mas também como via de modernização para os sistemas de telecomunicação e energia elétrica.

Por entender que uma intervenção de instalação subterrânea deve ser executada a longo prazo, em 2016, o vereador aprovou o projeto de lei que obriga a remoção dos cabos e fiação aérea, excedentes e sem uso, por parte das concessionárias, sob pena de R$ 5 mil a R$ 20 mil, em caso de descumprimento da norma, solucionando o problema de segurança e também estético provocado pelo emaranhado de fios nos postes. A proposta foi sancionada pelo executivo e aguarda regulamentação.

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