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Segunda, 22 Janeiro 2018

Prates conta com apoio da PF na fiscalização do concurso público da Câmara Municipal de Salvador

Prates conta com apoio da  PF na fiscalização do concurso público da Câmara Municipal de Salvador

O presidente da Câmara Municipal de Salvador, Leo Prates (DEM), entregou ao superintendente da PF na Bahia, Daniel Justo Madruga, a relação dos candidatos inscritos no certame para a identificação de suspeitos de fraudes e vendas de gabarito em outros concursos. A segurança do processo seletivo vai ser reforçada pela Polícia Federal (PF).

O acompanhamento foi solicitado pela CMS antes do lançamento do edital da prova que vai selecionar 60 novos servidores para o Legislativo Municipal. “A gente vem fazendo ao longo do processo seletivo um trabalho preventivo, tanto na reformulação das leis para garantir a cota de 30% para negros, quanto agora junto com a PF, identificando possíveis fraudadores. Queremos realizar um concurso com a maior lisura possível, para garantir que os mais preparados sejam aprovados”, afirmou Prates.

O presidente agradeceu o apoio da PF que já fiscaliza as provas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e concursos federais. “A Polícia Federal não tinha a obrigação de acatar nosso pedido, pois não somos um órgão federal, mas o superintendente se mostrou disposto a nos apoiar neste sentido, emprestando toda a expertise para nosso processo seletivo”, ressaltou o presidente.

Em posse dos nomes dos 44.362 candidatos inscritos, a PF vai fazer o cruzamento com a lista dos fraudadores já identificados em provas anteriores. As inscrições para o concurso da CMS foram encerradas no dia 10 de janeiro. As provas serão realizadas no dia 25 de fevereiro. Os salários são de R$ 2.995,44 (nível médio) e R$ 4.171,35 (nível superior), além de benefícios como auxílios educação, saúde e alimentação. São 26 vagas para nível médio e 34 para nível superior com homologação prevista para maio. Há ainda o cadastro reserva de 100 vagas. O concurso tem validade de dois anos, podendo ser renovado por igual período.

Cotas

Leo Prates ressaltou o ineditismo da reserva de 30% das cotas para negros. “Ampliamos a cota usual de 25% para 30% com orientação do Ministério Público e apoio da coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Proteção dos Direitos Humanos e Combate à Discriminação (Gehdis), promotora Lívia San’Anna Vaz, e da promotora Rita Tourinho a fim de evitar possíveis problemas”, pontuou o presidente.

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