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Terça, 03 Setembro 2019

Secretaria Municipal de Saúde lança campanha educativa sobre atendimentos realizados nas UPAs de Salvador

Aliado a esta ação, Leo Prates tem feito questão de ir presencialmente vistoriar as unidades de saúde das quais recebe denúncias.

Secretaria Municipal de Saúde lança campanha educativa sobre atendimentos realizados nas UPAs de Salvador

A Saúde municipal de Salvador possui diferentes tipos de atenção, como a rede básica e de urgência e emergência. Desde que assumiu a pasta, o secretário Léo Prates tem feito questão de conhecer de perto toda infraestrutura e serviços prestados nos equipamentos assistenciais da prefeitura o que, inclusive, motivou a implantação do projeto “Manda SMS pra mim”, que nada mais é mobilizar todo o corpo técnico e diretivo da secretaria para que as necessidades de cada unidade de saúde seja conhecida “in loco” e adotadas as medidas imediatas para a solução dos problemas.

Aliado a esta ação, Leo Prates tem feito questão de ir presencialmente vistoriar as unidades de saúde das quais recebe denúncias. “É importante conhecermos de perto a realidade da assistência que prestamos. Muitas demandas são reais e nos permite agir com rapidez, como no caso dos medicamentos. Recebia muitas críticas por falta de remédios nos postos e identificamos três questões para o fato: desconhecimento do que é fornecido pela saúde municipal, ruído na comunicação interna dos setores envolvidos e logística. Já mudamos essa realidade e os postos hoje estão abastecidos”, afirmou o secretário.

Outro setor que gera críticas por parte da população é o de urgência e emergência. “Já visitei todas as UPAs das quais recebi denúncias e posso garantir que todas estão funcionando, têm médicos, remédios e insumos. Mas identificamos que o que gera essa insatisfação é o tempo de espera por atendimento de pacientes que não precisam estar ali. Infelizmente temos a cultura da hospitalização, quando o cidadão não cuida preventivamente da sua saúde e prefere resolver suas demandas nas unidades de urgência quando sentem algum tipo de desconforto. Isso gera problema para os dois lados: para o cidadão, que acredita estar tendo seu direito à saúde recusado, e para a secretaria. Por isso elaboramos uma campanha institucional e educativa para explicar sobre o modelo de atendimento por classificação de risco em nossas UPAs e assim ajudar a conscientizar a população e minimizarmos os problemas, além de garantir rápido atendimento a quem verdadeiramente precisa do imediato socorro à vida”, completou Leo Prates.

CONFIRA A CAMPANHA 👇🏼

https://twitter.com/LeonardoPrates4/status/1168908847517487104

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